Grupo: Antônio Gontijo, Kalel Batista, Isadora Pietra e Samuel Giarola
Entrego agora o último trabalho do semestre, um zine contendo todo o nosso pavilhão feito no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, infelizmente não conseguimos gravar o vídeo no dia da entrega, porém segue o PDF e imagens do zine!
Foi um trabalho complexo porém o resultado final foi melhor do que esperado, aprendemos muito no caminho e serão lições valiosas para o próximo semestre!
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
Entrega final Pavilhão
segunda-feira, 8 de dezembro de 2025
Grupos e processo de projeto Pavilhão no Parque
Grupo: Antônio Gontijo, Kalel Batista, Isadora Pietra e Samuel Giarola
O processo do pavilhão foi demorado e acredito que se concluirá apenas com a finalização total do pavilhão, a todo momento mudamos algo e pensamos diferente de antes, porém as ideias iniciais estão registradas nas imagens a seguir.
Entrega Não-Objeto - Interações
Na entrega final tivemos como resultado um vídeo do Não-Objeto, infelizmente não tivemos grandes interações, principalmente no domingo, muito pela quantidade de eventos que ocorriam próximos ao nosso não-objeto, fazendo com que ele se tornasse "invisível" ao olhar das pessoas.
Processo Não-Objeto
Acredito que desde o começo nós pensamos em usar o banco como parte do não-objeto, além de termos chegado a ideia de que queríamos MUITO que fosse algo que alterasse a perspectiva das pessoas, alterando o modo que a pessoa percebesse o "fora" do banco.
Intervenção - Corpo no Espaço
Página de Desenhos
Página de desenhos de local escolhido.
Desenhos feitos observando o entorno do local e alguns detalhes que achei interessante, foram os melhores desenhos que fiz no curso (opinião própria), além de me sentir bem confiante enquanto desenhava!
Local de Intervenção
Fichamento Obstáculo
Design: Obstáculo para remoção de obstáculos?
Vilém Flusser explica que um objeto é, literalmente, algo lançado no nosso caminho que nos atrapalha. Para resolver esses problemas naturais, criamos ferramentas úteis, mas o defeito é que essas próprias invenções acabam virando novos obstáculos. É um ciclo vicioso, criamos coisas como carros para andar mais rápido, mas eles geram trânsito e acabam nos impedindo de avançar.
O autor critica o design atual porque ele foca demais no objeto em si, como se fosse um ídolo que nos hipnotiza e nos isola uns dos outros. Ele diz que isso é irresponsável, pois ignora as pessoas e diminui nossa liberdade. A proposta dele é um design responsável, que se preocupe mais em criar pontes e diálogos entre os seres humanos, e não apenas com a função ou a beleza do produto.
No fim, ele sugere que devemos lembrar que os objetos são temporários, quebram e viram lixo. Se tivermos essa consciência de que as coisas são passageiras, podemos parar de dar tanta importância aos bens materiais e focar mais na comunicação humana. Assim, conseguiríamos construir uma sociedade com mais liberdade.