O processo de pensar o não-objeto foi muito complexo, conversamos muito sobre o que queríamos e desenhos menos do que deveria, o Antônio nos ajudou com sua expertise em desenhos e sintetizou muito as ideias que tivemos.
Acredito que desde o começo nós pensamos em usar o banco como parte do não-objeto, além de termos chegado a ideia de que queríamos MUITO que fosse algo que alterasse a perspectiva das pessoas, alterando o modo que a pessoa percebesse o "fora" do banco.
Primeiras ideias de não objeto
Desenhos das nossas ideias finais
Por fim, definimos então a nossa estrutura do não-objeto e focamos na modularidade dele! Ficamos contentes com o resultado, porém na primeira apresentação percebemos que o foco deveria ser a modularidade da parte superior, que ficou mais estável e garantia que ele funcionasse bem!
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